15/04/2010
14/04/2010
Outro final para o Gato Malhado e a Andorinha Sinhá
Depois de lerem O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, do escritor brasileiro, Jorge Amado, os alunos do 8ºA imaginaram outros finais para a história. Aqui ficam os produtos da sua imaginação…

Um dia, de brando sol hibernal, todos os habitantes do parque viram chegar o evento que esperaram ansiosamente. Faltavam apenas poucas horas para o casamento e a Andorinha, sentada na sua cama de veludo, relembrava os bons momentos passados no Verão. Dentro do pequeno armário, a seu lado, estava o soneto que o gato lhe tinha escrito. Pensava voltar a lê-lo, porque desde que o leu pela primeira vez (na noite em que o gato lho entregou), que não tinha coragem para voltar a fazê-lo doía-lhe demasiado. Hesitou, mas a força de vontade do seu pequeno coração de Andorinha fê-la reler o famoso soneto escrito pelo seu amado. Cada vez que o lia, chorava, ao pensar que tinha magoado o Gato ao aceitar casar com o Rouxinol. Estava confusa, queria casar com o Gato, mas o mais correcto era o casamento já planeado, o casamento com o Rouxinol.
Nesse momento, a mãe da Andorinha entrou no quarto; a Andorinha apenas teve tempo de esconder o soneto debaixo do seu travesseiro. Mas a coisa que a Andorinha não podia esconder eram os seus olhos alagados em lágrimas e um pouco avermelhados. A mãe da Andorinha ao olhá-la disse:
-Alegra-te! Hoje é o dia do teu casamento. Limpa essas lágrimas e prepara-te para o ensaio do teu casamento.
A Andorinha desceu e lá em baixo o Rouxinol esperava-a sorridente, assim como os padrinhos e os seus pais. O ensaio correu bem, apesar dos olhos brilhantes da Andorinha que pareciam sempre querer chorar. A poucos metros de distância, o gato olhava tudo aquilo e imaginava ser ele naquele altar com a Andorinha.
O resto da tarde foi passado com os preparativos para o casamento que ninguém queria perder. Lá fora os convidados juntavam-se ansiosos e a Andorinha, no seu quarto, com as ajudantes em sua volta, era preparada para o casamento a que não queria ir, o seu casamento.
O gato, deitado perto da Goiabeira, esperava com alguma (mas pouca) esperança que a Andorinha percebesse o erro que cometera e voltasse.
Faltavam poucos minutos para o grande evento e a Andorinha pediu para ficar um pouco sozinha no seu quarto, pegou num pedaço de folha de papel e num instrumento de escrita e começou a escrever uma carta. Essa carta foi encontrada pelo seu pai, quando estranhou o atraso da noiva para o casamento. Nessa carta podiam ler-se palavras como “ Não queria isto”, “Desculpem” e “ Quero ficar com o Gato”.
A essa altura já a Andorinha andava pelo parque à procura do gato. Encontrou-o no mesmo sítio onde ele passara toda a tarde. Ao vê-la o Gato exclamou:
- Eu sabia que ias voltar!
A Andorinha sorriu-lhe e abraçou-o com as suas pequenas asas.
Depois desse dia nunca mais se viu nenhum dos dois no parque. O Rouxinol ficou tão triste de ter sido deixado no altar que decidiu juntar-se ao Papagaio na vida religiosa.
Patrícia Sofia Correia de Almeida Nº19 8ºA
Um dia, de brando sol hibernal, tudo mudou na cabeça da Andorinha. Ela estava muito decidida com a ideia do casamento com o Rouxinol. Não obstante, a Andorinha percebeu que não gostava dele e nem era com ele que queria ficar para o resto da vida. O seu verdadeiro amor era o Gato Malhado. Após algumas horas a pensar, concluiu que não podia de maneira alguma casar com o Rouxinol. Não queria magoar o seu futuro noivo, mas não podia ser infeliz para sempre e decidiu então ir falar com o Rouxinol.
Chegou ao pé do Rouxinol e disse-lhe:
- Eu vim aqui ter contigo, porque preciso de te dizer uma coisa e sei que não vai ser fácil para ti aceitar, mas tenho de o fazer.
- Fala Sinhá, diz-me o que precisas – disse o Rouxinol.
- Sei que é difícil entenderes, mas … - a Andorinha foi interrompida pelo Rouxinol.
- Mas ..., vai directa ao assunto e diz – concluiu o Rouxinol.
- Eu não quero casar contigo, eu não gosto de ti e não quero ficar contigo – disse finalmente a Andorinha.
Logo que disse ao Rouxinol que não iria casar com ele, foi-se embora e nem esperou pela resposta. Não tardou a receber notícias e desta vez não eram boas notícias. O Rouxinol tinha-se suicidado, pois não aguentou saber que a Andorinha não gostava dele e decidiu que este deveria ser o seu fim.
Voltaram os rumores ao parque, desta vez eram sobre a morte do Rouxinol. Era como tivesse passado uma nuvem negra no parque e tivesse estragado todos os planos. Todos estavam tristes pela morte do Rouxinol, excepto o Gato Malhado, que não se manifestava sobre esta tragédia.
De certo modo o Gato estava contentíssimo porque agora já podia ficar com a Andorinha.Os pais da Andorinha, pelo contrário, estavam muito desiludidos pelo facto da filha não ir casar com o Rouxinol.
A Andorinha estava muito confusa e foi ter com o padre Urubu para este a ajudar. Sinhá explicou-lhe a situação e disse-lhe também que era do Gato Malhado que ela gostava e era com ele que queria ficar. O padre compreendeu e disse-lhe que não os podia casar, pois era contra a união de seres de espécies diferentes, mas como pessoa, não como padre, aceitava o amor deles.
Assim, o amor entre o Gato e a Andorinha passou de um amor impossível a um a mor possível, mesmo sem casamento.
A união da Andorinha com o Gato deu a possibilidade de ilibar o Gato de todos os crimes que diziam que o Gato tinha cometido.
Alexandra Palminha, 8º A
Um dia, de brando sol hibernal, Sinhá preparava-se para o grande dia, o do casamento. Havia uma enorme mesa cheia de comida e muitas variedades de frutas. Estava um belo dia, sol e temperatura agradáveis, óptimo para o casamento. O Rouxinol estava muito bem vestido, mas também não se podia dizer o contrário da Andorinha Sinhá. Via-se na cara de Sinhá que ela não estava contente com o casamento.
Quando Sinhá foi para o altar, junto do Rouxinol e do Papagaio, que era o padre, olhou para o local onde os familiares estavam e viu o Gato Malhado. O Gato Malhado aproximou-se de Sinhá e a bela Andorinha revelou-lhe todo o amor que sentia por ele. O Rouxinol perguntou-lhe:
-Sinhá, tu não me amas?
-Rouxinol, sempre fui tua amiga, gosto muito de ti, como amigo, mas nada mais que isso. Forçaram-me a casar contigo porque não podia casar com o Gato Malhado, porém o meu amor foi sempre pelo Gato Malhado. -respondeu-lhe Sinhá.
Nesse momento o Gato Malhado olhou para a Andorinha, subiu para o altar e casou com Sinhá. Passados uns dias, depois da lua-de-mel, os habitantes do parque já estavam praticamente habituados ao casamento do Gato com Sinhá. O Gato Malhado, como ainda não tinha visto o Rouxinol desde que tinha chegado da lua-de-mel, foi procura-lo à sua casa. O Rouxinol morava num alto pinheiro, no cimo do qual cantava todas as manhãs. Quando o Gato lá chegou viu logo o Rouxinol, chamou-o e ficaram a conversar uns belos minutos. O Rouxinol não parecia muito triste, até estava bem alegre e com essa conversa entre o Gato Malhado e o Rouxinol criou-se uma grande amizade. O Gato Malhado, de repente, lembrou-se de outro grande problema que atormentava os habitantes do parque, a cobra Cascavel. O Rouxinol e o Gato juntaram-se para combater a Cascavel. Foram à casa da Cobra e, quando ela saiu da sua toca, o Gato Malhado atirou-lhe pedras de trás dos arbustos e o Rouxinol, dos céus, largou-lhe ramos de árvore para cima. Os habitantes do parque desde esse dia viveram descansados porque nunca mais se ouviu falar da cobra. O Rouxinol e o Gato correram com ela, nunca mais a viram e viveram felizes para sempre.
Nuno Pires 8º A Nº 18

Um dia, de brando sol hibernal, todos os habitantes do parque viram chegar o evento que esperaram ansiosamente. Faltavam apenas poucas horas para o casamento e a Andorinha, sentada na sua cama de veludo, relembrava os bons momentos passados no Verão. Dentro do pequeno armário, a seu lado, estava o soneto que o gato lhe tinha escrito. Pensava voltar a lê-lo, porque desde que o leu pela primeira vez (na noite em que o gato lho entregou), que não tinha coragem para voltar a fazê-lo doía-lhe demasiado. Hesitou, mas a força de vontade do seu pequeno coração de Andorinha fê-la reler o famoso soneto escrito pelo seu amado. Cada vez que o lia, chorava, ao pensar que tinha magoado o Gato ao aceitar casar com o Rouxinol. Estava confusa, queria casar com o Gato, mas o mais correcto era o casamento já planeado, o casamento com o Rouxinol.
Nesse momento, a mãe da Andorinha entrou no quarto; a Andorinha apenas teve tempo de esconder o soneto debaixo do seu travesseiro. Mas a coisa que a Andorinha não podia esconder eram os seus olhos alagados em lágrimas e um pouco avermelhados. A mãe da Andorinha ao olhá-la disse:
-Alegra-te! Hoje é o dia do teu casamento. Limpa essas lágrimas e prepara-te para o ensaio do teu casamento.
A Andorinha desceu e lá em baixo o Rouxinol esperava-a sorridente, assim como os padrinhos e os seus pais. O ensaio correu bem, apesar dos olhos brilhantes da Andorinha que pareciam sempre querer chorar. A poucos metros de distância, o gato olhava tudo aquilo e imaginava ser ele naquele altar com a Andorinha.
O resto da tarde foi passado com os preparativos para o casamento que ninguém queria perder. Lá fora os convidados juntavam-se ansiosos e a Andorinha, no seu quarto, com as ajudantes em sua volta, era preparada para o casamento a que não queria ir, o seu casamento.
O gato, deitado perto da Goiabeira, esperava com alguma (mas pouca) esperança que a Andorinha percebesse o erro que cometera e voltasse.
Faltavam poucos minutos para o grande evento e a Andorinha pediu para ficar um pouco sozinha no seu quarto, pegou num pedaço de folha de papel e num instrumento de escrita e começou a escrever uma carta. Essa carta foi encontrada pelo seu pai, quando estranhou o atraso da noiva para o casamento. Nessa carta podiam ler-se palavras como “ Não queria isto”, “Desculpem” e “ Quero ficar com o Gato”.
A essa altura já a Andorinha andava pelo parque à procura do gato. Encontrou-o no mesmo sítio onde ele passara toda a tarde. Ao vê-la o Gato exclamou:
- Eu sabia que ias voltar!
A Andorinha sorriu-lhe e abraçou-o com as suas pequenas asas.
Depois desse dia nunca mais se viu nenhum dos dois no parque. O Rouxinol ficou tão triste de ter sido deixado no altar que decidiu juntar-se ao Papagaio na vida religiosa.
Patrícia Sofia Correia de Almeida Nº19 8ºA
Um dia, de brando sol hibernal, tudo mudou na cabeça da Andorinha. Ela estava muito decidida com a ideia do casamento com o Rouxinol. Não obstante, a Andorinha percebeu que não gostava dele e nem era com ele que queria ficar para o resto da vida. O seu verdadeiro amor era o Gato Malhado. Após algumas horas a pensar, concluiu que não podia de maneira alguma casar com o Rouxinol. Não queria magoar o seu futuro noivo, mas não podia ser infeliz para sempre e decidiu então ir falar com o Rouxinol.
Chegou ao pé do Rouxinol e disse-lhe:
- Eu vim aqui ter contigo, porque preciso de te dizer uma coisa e sei que não vai ser fácil para ti aceitar, mas tenho de o fazer.
- Fala Sinhá, diz-me o que precisas – disse o Rouxinol.
- Sei que é difícil entenderes, mas … - a Andorinha foi interrompida pelo Rouxinol.
- Mas ..., vai directa ao assunto e diz – concluiu o Rouxinol.
- Eu não quero casar contigo, eu não gosto de ti e não quero ficar contigo – disse finalmente a Andorinha.
Logo que disse ao Rouxinol que não iria casar com ele, foi-se embora e nem esperou pela resposta. Não tardou a receber notícias e desta vez não eram boas notícias. O Rouxinol tinha-se suicidado, pois não aguentou saber que a Andorinha não gostava dele e decidiu que este deveria ser o seu fim.
Voltaram os rumores ao parque, desta vez eram sobre a morte do Rouxinol. Era como tivesse passado uma nuvem negra no parque e tivesse estragado todos os planos. Todos estavam tristes pela morte do Rouxinol, excepto o Gato Malhado, que não se manifestava sobre esta tragédia.
De certo modo o Gato estava contentíssimo porque agora já podia ficar com a Andorinha.Os pais da Andorinha, pelo contrário, estavam muito desiludidos pelo facto da filha não ir casar com o Rouxinol.
A Andorinha estava muito confusa e foi ter com o padre Urubu para este a ajudar. Sinhá explicou-lhe a situação e disse-lhe também que era do Gato Malhado que ela gostava e era com ele que queria ficar. O padre compreendeu e disse-lhe que não os podia casar, pois era contra a união de seres de espécies diferentes, mas como pessoa, não como padre, aceitava o amor deles.
Assim, o amor entre o Gato e a Andorinha passou de um amor impossível a um a mor possível, mesmo sem casamento.
A união da Andorinha com o Gato deu a possibilidade de ilibar o Gato de todos os crimes que diziam que o Gato tinha cometido.
Alexandra Palminha, 8º A
Um dia, de brando sol hibernal, Sinhá preparava-se para o grande dia, o do casamento. Havia uma enorme mesa cheia de comida e muitas variedades de frutas. Estava um belo dia, sol e temperatura agradáveis, óptimo para o casamento. O Rouxinol estava muito bem vestido, mas também não se podia dizer o contrário da Andorinha Sinhá. Via-se na cara de Sinhá que ela não estava contente com o casamento.
Quando Sinhá foi para o altar, junto do Rouxinol e do Papagaio, que era o padre, olhou para o local onde os familiares estavam e viu o Gato Malhado. O Gato Malhado aproximou-se de Sinhá e a bela Andorinha revelou-lhe todo o amor que sentia por ele. O Rouxinol perguntou-lhe:
-Sinhá, tu não me amas?
-Rouxinol, sempre fui tua amiga, gosto muito de ti, como amigo, mas nada mais que isso. Forçaram-me a casar contigo porque não podia casar com o Gato Malhado, porém o meu amor foi sempre pelo Gato Malhado. -respondeu-lhe Sinhá.
Nesse momento o Gato Malhado olhou para a Andorinha, subiu para o altar e casou com Sinhá. Passados uns dias, depois da lua-de-mel, os habitantes do parque já estavam praticamente habituados ao casamento do Gato com Sinhá. O Gato Malhado, como ainda não tinha visto o Rouxinol desde que tinha chegado da lua-de-mel, foi procura-lo à sua casa. O Rouxinol morava num alto pinheiro, no cimo do qual cantava todas as manhãs. Quando o Gato lá chegou viu logo o Rouxinol, chamou-o e ficaram a conversar uns belos minutos. O Rouxinol não parecia muito triste, até estava bem alegre e com essa conversa entre o Gato Malhado e o Rouxinol criou-se uma grande amizade. O Gato Malhado, de repente, lembrou-se de outro grande problema que atormentava os habitantes do parque, a cobra Cascavel. O Rouxinol e o Gato juntaram-se para combater a Cascavel. Foram à casa da Cobra e, quando ela saiu da sua toca, o Gato Malhado atirou-lhe pedras de trás dos arbustos e o Rouxinol, dos céus, largou-lhe ramos de árvore para cima. Os habitantes do parque desde esse dia viveram descansados porque nunca mais se ouviu falar da cobra. O Rouxinol e o Gato correram com ela, nunca mais a viram e viveram felizes para sempre.
Nuno Pires 8º A Nº 18
11/02/2010
Concursos de Leitura 2009/2010
A Biblioteca Escolar do Agrupamento Vertical de Vendas Novas promove um Concurso de Leitura, orientado para a obra de Alice Vieira, pretendendo estimular a prática da leitura entre os alunos do 1º ciclo, nomeadamente os alunos de 4º ano e entre os alunos do 2º ciclo, nomeadamente os alunos de 5º e 6º anos.
12/01/2010
19/10/2009
17/06/2009
O fim de um ciclo...
O ano passado, o desejo surgiu e concretizou-se.
Um Letria veio, gostou do terreno e semeou, mas… com pena de ter semeado sozinho.
As sementes germinaram.
Foi no dia 22 de Abril que toda a preparação, expectativa e exaltação ganharam asas e voaram ao encontro do seu motivo inspirador, o escritor José Jorge Letria.
A Casa da Poesia tomou forma, as esculturas surgiram das palavras, os textos ganharam movimento, as letras pintaram-se de várias cores e a Escola ficou mais bonita.
Bonita foi também a moldura humana que acolheu o “malabarista das palavras” que, ao som dançado da sua própria voz, se emocionou e, desde logo, agradeceu o recordar de uma fase da sua vida de que há já muito não se lembrava.
Depois… todo o empenho dos alunos da escola ganhou protagonismo e foi com entusiasmo que o nosso herói das palavras viu a forma integrada e dinâmica como a sua obra havia sido trabalhada.
E como estávamos sedentos das suas palavras, convidámo-lo a sentar-se e a partilhar connosco uma vida repleta de experiências únicas, vividas pelo autor e pelo cidadão que, consciente dos seus direitos e deveres, transmitiu aos alunos a importância de sermos íntegros e responsáveis.
O dia foi-se tornando mais curto. Na Biblioteca Municipal, os alunos subiram ao palco e mostraram que os livros gostam mesmo de ser lidos.
Da mão de José Jorge Letria, a leitura foi premiada e foi o mote para ouvirmos, de viva voz, três belíssimos poemas que espelhavam o percurso de um homem de grandes ideais.
As sementes germinaram e a seara cresceu. Os frutos, esses, foram e serão colhidos.
Maria de Fátima Silva
Maria Dulce Garcia
Um Letria veio, gostou do terreno e semeou, mas… com pena de ter semeado sozinho.
As sementes germinaram.
Foi no dia 22 de Abril que toda a preparação, expectativa e exaltação ganharam asas e voaram ao encontro do seu motivo inspirador, o escritor José Jorge Letria.
A Casa da Poesia tomou forma, as esculturas surgiram das palavras, os textos ganharam movimento, as letras pintaram-se de várias cores e a Escola ficou mais bonita.
Bonita foi também a moldura humana que acolheu o “malabarista das palavras” que, ao som dançado da sua própria voz, se emocionou e, desde logo, agradeceu o recordar de uma fase da sua vida de que há já muito não se lembrava.
Depois… todo o empenho dos alunos da escola ganhou protagonismo e foi com entusiasmo que o nosso herói das palavras viu a forma integrada e dinâmica como a sua obra havia sido trabalhada.
E como estávamos sedentos das suas palavras, convidámo-lo a sentar-se e a partilhar connosco uma vida repleta de experiências únicas, vividas pelo autor e pelo cidadão que, consciente dos seus direitos e deveres, transmitiu aos alunos a importância de sermos íntegros e responsáveis.
O dia foi-se tornando mais curto. Na Biblioteca Municipal, os alunos subiram ao palco e mostraram que os livros gostam mesmo de ser lidos.
Da mão de José Jorge Letria, a leitura foi premiada e foi o mote para ouvirmos, de viva voz, três belíssimos poemas que espelhavam o percurso de um homem de grandes ideais.
As sementes germinaram e a seara cresceu. Os frutos, esses, foram e serão colhidos.
Maria de Fátima Silva
Maria Dulce Garcia
08/06/2009
02/06/2009
O Livro dos Dias - 2ºA EB1 Campos da Misericórdia
Olá, Amigos!
E cá estou eu, de novo, para vos dizer que os alunos do 2º A da EB1 Campos da Misericórdia continuam a LEITURAR…
No 2º período leram “O livro dos dias” de José Jorge Letria e trabalharam, em grupo, alguns poemas…
Dois grupos fizeram peças de teatro…baseados nos poemas:
” O dia do Mar” e “O dia do Sol”...
Outros dois grupos fizeram Folhetos….
Escolheram o tema e….
mãos à obra…
E cá estou eu, de novo, para vos dizer que os alunos do 2º A da EB1 Campos da Misericórdia continuam a LEITURAR…
No 2º período leram “O livro dos dias” de José Jorge Letria e trabalharam, em grupo, alguns poemas…
Dois grupos fizeram peças de teatro…baseados nos poemas:
” O dia do Mar” e “O dia do Sol”...
Outros dois grupos fizeram Folhetos….
Escolheram o tema e….
mãos à obra…
13/04/2009
AS LETRAS DO LETRIA
Novamente Letria…
…desta vez o escritor
Para fechar o ciclo iniciado no ano anterior, este ano a nossa escola convidou o escritor José Jorge Letria, cuja obra já era em parte conhecida, para nos honrar com a sua presença e o seu convívio. O escritor estará entre nós no dia 22 de Abril para responder às perguntas dos alunos e apreciar os trabalhos produzidos no âmbito do projecto intitulado As letras do Letria.
No intuito de divulgar o acontecimento e a obra do escritor, montou-se uma instalação na biblioteca onde, para além de uma mostra de livros do autor, podemos ver alguns símbolos ligados à arte da escrita, como os pozinhos da inspiração, as palavras, a evasão…
No intuito de divulgar o acontecimento e a obra do escritor, montou-se uma instalação na biblioteca onde, para além de uma mostra de livros do autor, podemos ver alguns símbolos ligados à arte da escrita, como os pozinhos da inspiração, as palavras, a evasão…

Vamos conhecer as letras do Letria
Para que fiquem a conhecer um pouco melhor a obra de José Jorge Letria, o 7ºB deu uma mãozinha e apreciou vários livros do autor.

Este livro é uma espécie de um guião orientador para os bons comportamentos que as crianças devem ter em certos lugares e ocasiões.
A maneira como o autor do livro expressa as frases, é muito clara e o facto de estar escrito em poesia faz com que o livro seja um pouco mais interessante. As ilustrações do livro são adequadas ao texto e aos seus leitores.
Patrícia Marques nº.16 …………….7º.B
Cláudia Forca nº.4 …………………..7º.B

Título: “ Versos de Fazer Ó-Ò
Nome do autor: José Jorge Letria
Nome do ilustrador: André Letria
Editora: Terramar
Local e data de edição: Quinta Edição, Novembro de 2005
O livro de José Jorge Letria é um livro de poesia, onde em cada página existe um poema e uma ilustração, relacionada com um determinado poema. Os poemas falam das várias partes do “ sono”. Falam das crianças antes de adormecerem, dos sonhos e de um medo que todas as crianças têm, que é o medo do escuro (papão).
Estes versos são muito engraçados, todos têm uma ilustração apropriada. Na capa do livro encontra-se uma criança de olhos abertos, já na contracapa (já depois de se ler o livro) encontra-se a mesma criança, mas de olhos fechados. Isto dá a entender que o livro é para ser lido antes de se adormecer. O título, a capa, contracapa e os versos subordinam-se ao mesmo tema, o “sono” das crianças.
Na nossa opinião é um bom livro para todas as idades, pois têm versos e ilustrações muito bonitos. Este é um livro mais indicado para as crianças pois fala sobre elas.
Trabalho realizado por: Inês Bravo, nº9 e Rita Penedo, nº19

Nome: Mestre Da Vinci
Ilustrações: Sarah Person
Editora: Ambar
Apreciação do livro:
Nós gostámos bastante do livro, mas foi pena de que não tenhamos percebido metade das coisas de que ele falava.
Basicamente o livro fala da biografia de Leonardo Da Vinci em “tom de poesia”. Fala das suas obras (como a Monolisa), das suas invenções, enfim, de tudo o que concretizou de bom na sua vida e revolucionou a vida quotidiana que o rodeava mas formando versos com essa informação.
Para que fiquem a conhecer um pouco melhor a obra de José Jorge Letria, o 7ºB deu uma mãozinha e apreciou vários livros do autor.

Este livro é uma espécie de um guião orientador para os bons comportamentos que as crianças devem ter em certos lugares e ocasiões.
A maneira como o autor do livro expressa as frases, é muito clara e o facto de estar escrito em poesia faz com que o livro seja um pouco mais interessante. As ilustrações do livro são adequadas ao texto e aos seus leitores.
Patrícia Marques nº.16 …………….7º.B
Cláudia Forca nº.4 …………………..7º.B

Título: “ Versos de Fazer Ó-Ò
Nome do autor: José Jorge Letria
Nome do ilustrador: André Letria
Editora: Terramar
Local e data de edição: Quinta Edição, Novembro de 2005
O livro de José Jorge Letria é um livro de poesia, onde em cada página existe um poema e uma ilustração, relacionada com um determinado poema. Os poemas falam das várias partes do “ sono”. Falam das crianças antes de adormecerem, dos sonhos e de um medo que todas as crianças têm, que é o medo do escuro (papão).
Estes versos são muito engraçados, todos têm uma ilustração apropriada. Na capa do livro encontra-se uma criança de olhos abertos, já na contracapa (já depois de se ler o livro) encontra-se a mesma criança, mas de olhos fechados. Isto dá a entender que o livro é para ser lido antes de se adormecer. O título, a capa, contracapa e os versos subordinam-se ao mesmo tema, o “sono” das crianças.
Na nossa opinião é um bom livro para todas as idades, pois têm versos e ilustrações muito bonitos. Este é um livro mais indicado para as crianças pois fala sobre elas.
Trabalho realizado por: Inês Bravo, nº9 e Rita Penedo, nº19

Nome: Mestre Da Vinci
Ilustrações: Sarah Person
Editora: Ambar
Apreciação do livro:
Nós gostámos bastante do livro, mas foi pena de que não tenhamos percebido metade das coisas de que ele falava.
Basicamente o livro fala da biografia de Leonardo Da Vinci em “tom de poesia”. Fala das suas obras (como a Monolisa), das suas invenções, enfim, de tudo o que concretizou de bom na sua vida e revolucionou a vida quotidiana que o rodeava mas formando versos com essa informação.
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