12/04/2009

21 de Março
dia Mundial da Poesia


Poesia…

(…) Um dia juntei todas as palavras
que já aprendera e
busquei para elas novos sentidos,
novas maneiras de soar e de voar
até ao coração dos homens.
Censuraram-me por tê-lo feito
e houve até quem dissesse:
“As palavras são o que são
e procurar para elas novos significados
é pura perda de tempo e ofensa dos deuses.”
Eu não lhes dei ouvidos
e continuei a escrever, aprendendo
O sabor de casar a palavra”água”
com a palavra”vento” e a palavra
“corpo” com a palavra “terra”
e a palavra “homem” com “sonho”
e a palavra “natureza” com “vida”.
Foi, assim um pouco sem o querer,
um pouco sem o esperar, que usei
pela primeira vez a palavra”poesia”,
que viaja comigo, companheira eterna,
para todos os lugares onde vou,
desde a memória do homem
até aos últimos esconderijos da noite,
até ao fundo da claridade dos dias(…)

José Jorge Letria – No Voo de uma palavra


José Jorge Letria define a poesia como um casamento de palavras, a pintora Teresa Paixão junta a magia das cores às palavras, os nossos alunos deram-lhe voz, declamaram-na numa sessão comemorativa, iluminaram os nossos passos quando a puseram na escada, levaram-na para fora da escola nos marcadores que distribuíram pelos restaurantes. Enfim… viveram-na e fizeram com que fosse sentida… A POESIA.

06/04/2009

Quando o LEituraR ganha forma...




Quando o LEituraR ganha forma os gatos surgem a tomar conta de um ovo, o adamastor reaparece, o Senhor Fortes guarda ovelhas fofinhas, as palavras adquirem mil entoações, as mães dramatizam histórias… a leitura torna-se apetecível e divertida.


08/03/2009

Luís de Camões seria um homem alegre, bondoso, gentil, amigo, estudiosos, guerreiro e corajoso.
Penso que Luís de Camões seria um herói.
Fisicamente ele era diferente de todos os outros, pois ele usava uma coroa de louros na cabeça. O que, talvez, significasse todos os seus louvores.
Camões não tinha o olho direito, pois perdeu-o na guerra.
Usava uma grande barba ruiva e daí lhe chamarem “ Barbi-Ruivo “. Tinha um nariz que parecia o do Pinóquio.
Fisicamente ele era um homem feio mas isso não o impedia de ser uma pessoa espectacular, amigo de todos e disposto a arriscar a sua vida pelos outros.
Ele escrevia os poemas com o coração, as suas palavras tocam-nos a todos. Tinha uma larga imaginação, os seus poemas eram fantásticos.
Não havia ninguém como ele. Camões era único.
Admiro Camões pela sua coragem, determinação, bondade… talvez a palavra certa para o descrever seria “ Guerreiro “.
Voltando à imagem física, Luís de Camões tinha um aspecto abatido, triste e talvez se tivesse dedicado à escrita para expressar os seus sentimentos e dar a conhecer a todas as pessoas a sua vida.
E é assim que eu imagino Camões.
Joana Paulino
8º D

Luís de Camões era feio, tinha um nariz grande e não tinha um olho.
Na escola, ele devia ser um marrão, sempre a estudar.
Ele era um homem bondoso.
Acho que era muito romântico e estava sempre muito inspirado para fazer novos poemas.
Ele usava uma coroa de louros e dá impressão de que se vestia de uma forma muito formal.
Ele tinha poucos hábitos de higiene, não tomava banho e deveria ter muitos convites para trabalhar fora do país.
Deveria ser muito teimoso e um pouco exigente.
Penso que era uma pessoa muito esperta e muito difícil de se enganar.
Tinha uma cara que parecia que estava sempre chateado com tudo e com todos.
Era um homem solteiro.
Rita Ferreira
8º D

Camões era um estudante muito aplicado: Foi sempre o melhor aluno de todas as cadeiras da Universidade de Coimbra.
Viveu sozinho e era trabalhador da construção civil.
Tinha uma namorada mas não a via há mais de dez anos.
Foi convidado para ser professor na Universidade em Inglaterra, mas como tinha medo de andar de avião, nada feito.
Camões não gostava muito da sua aparência, pois com o seu nariz e a sua barba afugentava todas as raparigas.
Camões gostava muito do mar e aproveitava todas as vezes para ir tomar banho no Parque das Nações, pois a água naquela altura era um bocado para o caro.
Como Camões gostava muito do mar e também tirava boas notas, houve um rei que o convidou a escrever um Diário de bordo. Mas ele não gostou muito da ideia de escrever enquanto estava no barco, pois com os balanços do barco, falhava as linhas.
No entanto, acabou por aceitar e escreveu Os Lusíadas, um livro de grande importância.
Rúben
8º D